Ouvir é mais difícil que falar. A Natureza já passou desta fase.
Chegamos ao ponto em que a Natureza comunica sua insatisfação com as atitudes dos seres humanos por meio de sinais claros e óbvios.
Secas, enchentes, furacões, escassez, são alguns dos sinais. Já diz a sabedoria popular que "para bom entendedor, pingo é letra."
Assim a Natureza se comunica. O ser humano insiste em querer não entender.
As consequências estão aí. E está claro que a nossa resposta deve ser a preservação ambiental.
Nada excepcional, a não ser escolher bem nossos governantes e fazer a nossa parte.
Devemos pesquisar e ter certeza da proposta de cada candidato, seu compromisso com a preservação, com políticas sustentáveis e com a ciência.
É a ciência que possibilita que o 'agro', expressão bastante em moda mas que faz parte da formação do nosso país, possa inovar de forma que respeite a proteção da Natureza.
E, hoje, esta é uma exigência de outras nações para com o Brasil, que perceberam o impacto da Amazônia na questão climática mundial, mas também é uma urgência para a sobrevivência da sociedade brasileira.
Cabe à comunicação se fazer entender para todas as pessoas sobre a necessidade de cada um cumprir seu papel com uma rotina sustentável e com atividades que promovam o reflorestamento, principalmente das matas ciliares.
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